A logística complicada para ir do Brasil ao Equador exigiu dos torcedores muita paciência, criatividade e dinheiro para tentar testemunhar o possível tricampeonato do Flamengo.
O ge conversou com dois torcedores rubro-negros que simbolizam todo o esforço para chegar a Guayaquil, um por terra e outro pelo ar.
Por causa do alto valor das passagens aéreas, os flamenguistas Wagner Crespim e a esposa Luthyara Boles resolveram encarar uma viagem de carro com previsão de durar seis dias – um trajeto de mais de 7 mil quilômetros.

A maratona começou em Vitória, no Espírito Santo, no último sábado, rumo ao Rio de Janeiro para a troca dos ingressos para a final. Da Gávea, eles foram para Foz do Iguaçu, no Paraná, para depois iniciar a parte internacional da viagem. Durante o trajeto, os amigos Marcos Bruno Moreira e Alex Santtana se juntaram ao grupo.
Wagner e os amigos cruzaram a fronteira pela Argentina, foram pelo deserto do Atacama, passaram pelo Chile, por Lima, no Peru, cidade do título de 2019, e a programação é de que até a noite desta sexta-feira a tão sonhada chegada a Guayaquil aconteça, depois de problemas mecânicos e longas esperas nas imigrações.

– Tive a oportunidade de ir a Lima, em 2019, e Montevidéu, em 2021, e neste ano, por causa do alto custo dos voos para Guayaquil, eu decidi ir de carro rumo à glória eterna – disse Wagner.
Mesmo alguns torcedores que viajaram para Guayaquil de avião não tiveram vida fácil, principalmente pela falta de voos diretos entre o Brasil e Equador.
As informações são do G1